
São de grande serventia.
Servem para várias circunstâncias, a primeira de todas para se dizer que se têm.
Há os amigos falsos e os falsos amigos.
Há os amigos verdadeiros e aqueles que se acham que o são.
Há amigos em que se pode confiar e outros que nem por isso.
Há amigos a quem se pode pedir dinheiro (para mim são estes os únicos verdadeiros) , por duas ordens de razão: uma, porque é necessário ter muita confiança para o fazer e outra ,porque precisam de acreditar em nós par nos emprestar.
Há amigos coloridos e há também aqueles que nos dão estatuto dizer que os temos.
Há amigos e amigos.
Há-os para todas as ocasiões e só para quando nos apetece e dá jeito.
Há aqueles de quem nos servimos e há os que se servem de nós.
A palavra amigo dá para tudo e fica bem em qualquer lado, porque será?
Chama-se amigo ao conhecido, ao colega, eu sei lá!...
Há amizades lindas, é verdade. São aquelas que resistem ao tempo e que são indiferentes à moda, aquelas que se parecem com as dos cães pelos seus donos, FIÉIS.
Será que cada um tem os amigos que pode? Ou que merece?
