Hoje fui a um museu de arte sacra, por sinal.
Quem me guiou na visita foi um jovem licenciado em História e a especializar-se nesta área
Fiquei encantada.
Os jovens quando são bons, são bons mesmo.
Com um entusiasmo tal e uma paixão, aliadas a conhecimento que a explicação dada poder-se-ía comparar a uma entusiasmante aula.
Era estagiário, não um qualquer funcionário, não sei se por isso se notava mais a disponibilidade no desempenho da função.
Quando encontro um(a) jovem destes(as), a minha alma rejuvila e de novo começo a ter esperança no futuro.
São poucos, mas são bons. E acreditem que os acho muito melhor dos que os da nossa geração (refiro-me à geração de 70).

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