REDACÇÃO SOBRE OS CARNEIROS
(redigida à semelhança da redacção sobre a vaca que fazíamos na escola primária)
Hoje falo destes animais, mais adiante falarei duns outros, os patos.
Vassalos vários.
A vassalagem nº 1 é dos países , quase todos, em especial a Europa, relativamente aos E. U.
Existe uma escandalosa inépcia por este mundo fora.
Apagam-se de si mesmos.
Às vezes, falam com ares insuportáveis de suficiência.
As falsas verdades percorrem Kms e Kms, quer na comunicação social, quer na A.R., quer nos ministérios, quer nas empresas, quer nas ruas.
Lembram-se do Sr. Colin Powell - esse negro que chegou a empalidecer no Conselho de Segurança da ONU ao mostrar um frasquito de sais de banho, assegurando que era" uma arma iraquiana de destruição maciça"? E da forma como tantos milhões o seguiram, incluindo o Sr. José Manuel Durão Barroso?
Há muito amantes da falsificação de relatos. Esta moda está quase a atingir os tops.
Não sei se é por um prazer especial em esconder-se que os carneiros actuam como tal ou se pelo contrário, é para se exibirem.
Thelonis Monk (artista de jazz) gostava de se esconder quando era criança e fingir-se de cadáver. Lembrei-me deste exemplo de jogar às escondidas, porque os carneiros me parecem sempre escondidos de si próprios.
Não sei se ainda costumam sentir formigueiros, espécie de garantia que ainda levam consigo o corpo. Parece que adormecem na entrada da vida adulta e que se metem numa concha.
Uns vestem a pele de carneiros para praticar a cupidez, fazer fortuna e encontrar a felicidade, outros é por pura modorra, habitam nesse estado, mesmo enfadados.
Que mais posso dizer sobre carneiros?
Gosto deles assados no forno acompanhado de batatinha nova.

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